terça-feira, 10 de maio de 2011

Adeus, mundo cruel

"Ramón não tem nome de herói americano. Tem orgulho de ser apenas um pobre mexicano" ♪
Obrigado, DDT punkrock, por essa música.

Venho pensando muito, até demais. Minha cabeça roda, zonza com tantos problemas, tantas pressões. E não adianta dizer "ah, eu te conheço, tua vida é uma maravilha, mas tu tá sempre reclamando", porque, dessa vez, não, ninguém sabe de todos os meus problemas, de todas as minhas pressões, de todos os impasses e encruzilhadas que a minha vida tem tomado.
Tenho percebido a crueldade no mundo, e em como os seres humanos estão longe de sua própria salvação. Tudo isso agora, que eu estava convencido de que a vida é maravilhosa.
É demais, e eu venho pensando em morte muito intensamente. Se não a minha, a de um ou outro ser. Isso me preocupa muito, uma vez que eu preciso seguir em frente, mesmo quando eu não quero, pois eu tenho promessas a cumprir, missões a realizar e pessoas a ajudar.
Meu remédio? Não sei, talvez uma nova vida, longe daqui, só eu e ela, e mais ninguém que nos conheça, nem ninguém que nos encontre. Meu remédio? Ah, o amor.
E que seja o que Deus quiser.

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