segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Pessoas que conheço (ou penso conhecer)

A cada dia que se passa, eu percebo como é bom conhecer muita gente, formar contatos, até. Mas isso só dá certo se tu for que nem eu: o piá que tá sempre de bem com todos, e, quando não tá, faz tudo se resolver num instante.
Bem, eu conheço tanta gente, que comecei a parar e pensar sobre possíveis perfis de pessoas que eu conheço. Conheço garotas como aquelas patricinhas de comédias adolescentes, conheço jockers, nerds, geeks, interioranos, burros, Joselitos, boçais, desligados, pervertidos, mau-caráteres, "gordo que faz gordice", anoréxica, punk, emo, gótica sanguinária, hip hopper, gangster, gostosa, "trabuco", de tudo um pouco.
Depois, percebi que conheço gente que não se encaixa em nenhum estereótipo, e não fazem esforço algum para serem "anti-estereótipos". São pessoas que eu prezo muito, até invejo, eu diria, pelo simples fato de que elas não perdem tempo ocupando a cabeça com a maneira como devem ser. Elas usam esse tempo para simplismente ser, fazer e acontecer. Do seu modo, sem preocupações. E dá certo.
A essas pessoas, meus sinceros parabéns, e minha grande estima. Estão em alta conta no meu conceito de ser humano.

In the middle of summer...

Ao som de Panic! at the Disco, passei meu dia parco, de muita meditação sobre a BOSTA que está a minha vida. Não digo a vida toda, amo meus amigos e (principalmente) amigas, vida familiar excelente, escolar também, social tá boa... o que fode tudo é a vida amorosa.
Muitos "por quê..?" passaram por meus pensamentos, e o que mais me assola é: "por que diabos, comigo amando tantas gurias, eu não consigo ser correspondido?"
Eu continuo sendo o piá que não se importa, que sabe muito bem que vai melhorar, mas eu não estou à vontade só esperando... Agora, o jeito é correr atrás de alguém, fazer o possível e o impossível, porque eu não aguento essa agonia da espera, e de ser tratado com pena. Claro, gosto muito do fato de as pessoas se preocuparem comigo, ou, ao menos, se preocuparem em não ferirem meus sentimentos, mas, se não me quer, não me ignore, nem chame pra conversar coisas banais ou o que quer que for: diga logo que não me quer, ao invés de me deixar agoniado, esperando com esperanças* ilusórias.

Sim, isso serve como indireta, e sim, eu peço desculpas por tomar o tempo de vocês com um texto tão idiota. Serviu como desabafo, por mais que eu não me sinta nem um pouco melhor tendo exposto esse pensamento.

*esperando com esperanças: trocadilho risível, mas verdadeiro. Atire a primeira pedra quem antes havia percebido que aquele que espera é o esperançoso, e vice-versa...