domingo, 2 de dezembro de 2012

Ao Jeison, e demais partidários do último GreNal do Estádio Olímpico Monumental

Li via facebook o desabafo desse amigo (http://www.facebook.com/jeison.konrath/posts/579380698742270) e, desde o meio-tempo, tenho vontade de me expressar quanto ao jogo.
Mas, - espera - jogo?
Dá pra chamar o ocorrido dessa maneira? Um misto de espancamentos, intimações, até casos de polícia?
Sim, houve jogo, em alguns momentos. E um jogo pegado, lá e cá. E então começaram as frescuras. Os quebra-quebras. E aí a predominância não foi de jogo, mas de violência.
Como colorado que sou, gostei do fato de meu time ter segurado avidamente o jogo em zero a zero com dois jogadores a menos. Entretanto, esses dois jogadores nem ao menos deveriam ter causado motivos para serem expulsos! Há meios que tornam qualquer fim injustificável, e hoje tivemos grandes exemplos disso!
Fico emputecido com as cornetas coloradas e a raiva gremista após tal resultado. Deveríamos, todos, estar de luto. Luto por um futebol que deixa de ser jogo pra se tornar guerra. Por um futebol que deixa de ser arte para se tornar sangue. Inquietante, no mínimo.
Por fim, deixo minha última opinião, essa não aberta a discussões: mesmo não gostando da arbitragem de Heber Roberto Lopes (em geral, não nesse "jogo" em particular), concordo totalmente com o encerramento precoce da partida. Ele é pago para apitar um jogo. Os jogadores são pagos para jogarem um jogo. Se eles não quiserem jogar, não é obrigação do árbitro perder tempo, paciência e ainda correr riscos físicos. Esse GreNal foi um desperdício.

Nenhum comentário:

Postar um comentário