terça-feira, 17 de julho de 2012

E chegam as férias

Tantas situações; Tanta coisa pesada aconteceu... Como disse anteriormente (se não aqui, disse no Twitter), entreguei, confiei, aceitei e, agora, agradeço.
Tudo passou, e, agora, chegam as férias. Chegam com o alívio mental. E esse alívio não tem nada a ver com a escola. Irônico, não?
Talvez o alívio seja justo a preocupação excessiva, as medidas tão "drásticas" e tão divertidas que nós dois tomamos. Sei que resolveu. Hoje isso se confirmou.
Agora, tantos convites que até me sinto popular. Tantos amigos, tanta gente que eu percebo que não dou o valor merecido... E, na hora de ir atrás, de rever e criar mais e mais bons momentos, vejo que minha carteira está vazia demais para que eu possa aproveitar.
Conversando com a tão querida Luiza, a qual me convida a um passeio na Redenção, percebo o quão impactante é essa interrupção nas boas convivências que o dinheiro me causa... Percebi que, sem dinheiro, não posso ir às festas, aos shows... Mas, isso tudo está imortalizado em canções gravadas, para que todos possam ouvir. Então, veio-me as seguintes frases: "'Agora, amigos não se gravam, a não ser nos bons corações :) '
Porque a vida é muito curta e a carteira é muito vazia pra gente curtir tudo como deveria."
Sim, falta muito tempo, e muito dinheiro! Não quero comprar coisas supérfluas (pelo menos não é o que quero agora. Não me isento!), não quero simplesmente ser rico. Quero ser próspero, quero aproveitar cada momento bom que meus amigos e meu amor me trazem.
No fundo, são eles que me fazem realmente feliz, sem falsa satisfação, sem máscaras de alegria, apenas bons momentos fluindo, eternamente gravados nas nossas histórias.


Percebi, também, que, se não for imortalizado por meus atos (o que é improvável, visto que meus mais heroicos atos são conhecidos por muito poucos, e assim permanecerão), talvez o serei por minha palavras, as quais têm impacto tão grandioso sobre o próprio falante. Não sei se mais alguém sente que as coisas fazem mais sentido depois do que eu digo, mas eu sinto, e é aí que está a diferença. Em si mesmo está o futuro.

A todos, um sincero, grande, forte e profundo abraço. Ao universo, o meu muito obrigado.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Da dor e da perda

Dor: o aborto elétrico dos novos bons sentimentos neuroquímicos.
Por que as escolhas dos outros têm de me afetar tão diretamente? Por que eu tenho de ser empurrado contra a parede, encurralado em um beco?
Eles dizem que uma coisa é uma coisa, e outra coisa é outra coisa. Eles são os que não o percebem.
Você não pode perder o controle. Não pode deixar a raiva, o medo, a ânsia, a dor tomar conta das suas ações. Uma vez feito, não há como ser desfeito. Seria um laço desfeito para sempre. Uma perda inestimável, e eu sei seu valor. Só a massa encefálica desenvolvida do ser em questão considera o contrário. Talvez, a falta do uso dessa massa para questões como essa, quando é mais fácil ser a vítima.
Ser a vítima? Posso parecer simular ser a vítima. Entretanto, não é o que sou. Sou um ator no processo, sem, contudo, deixar de questionar cada passo, meu ou de outrem.
Onde estão as promessas?
E eu não vou deixar NADA sair do meu controle. E, ao mesmo tempo, não tenho o controle de nada. Só entrego, confio, aceito e agradeço.