quarta-feira, 26 de agosto de 2009

O "rock" de hoje

@mauriciomanfio: Existem pessoas que acham bom o "rock" de hoje em dia.Ridículo,tirando Strokes e as bandas d antigamente que ainda tocam,n existe mais nada.


Baseado neste tweet, desenvolvi e venho, por meio deste, expor minha opinião.

Eu sou uma pessoa que gosta muito da música atual. Não da parte "moda" da música, mas digo que existem bandas muito boas em atividade, e novas estão surgindo.

A grande diferença: a música mudou, como sempre, mas as pessoas resolveram também mudar o conceito de rock, coisa que nunca deveria ter acontecido.

E eu nem concordo que deveria existir o rótulo "rock", nem para as músicas atuais, nem para as antigas. Não deveriam existir rótulos para música ou banda nenhuma, porque cada banda tem seu estilo de fazer as coisas, tem seus momentos de experimentar uma musicalidade nova, e rotular isso seria censurar completamente essas oportunidades.
Não existe o rock, não existe o punk, não existe o forró, não existe o funk...
E, depois dessa rima, não existe o rap, também!
Existe apenas música!

Então, a "moda" mudou, e o que fazia sucesso antes, hoje é ignorado. Como é difícil agradar a gregos e troianos...
Mas ainda existem bandas excelentes, só é preciso garimpar mais para achar aquela que se encaixa melhor no seu gosto musical.


P.S.: posso ter entendido completamente errado o tweet, mas a opinião ainda é válida.
P.S. 2: uma boa dica para achar músicas boas é usar o plugin do Last FM. Ele recomenda diversas bandas baseado no que costumas ouvir. Crie uma conta e divirta-se. A propósito, este é meu perfil, se estiveres curioso pra saber o que eu ouço.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Uma crônica (não tão) curta

Certa vez um jovem foi agraciado com várias ideias iluminadas. O único porém é que essas ideias não foram pensadas por ele. Foram ideias obtidas através de leitura e, portanto, necessitavam de uma reflexão profunda para saber as possíveis aplicações práticas.
O jovem passou a noite em claro, meditando sobre o que havia aprendido. No dia seguinte, ele não conseguiu manter-se focado, pois estava demasiado sonolento, e perdeu uma pequena e sutil oportunidade que, à longo prazo, mudariam para melhor a sua vida.
Na noite seguinte, o jovem meditou sobre o ocorrido, e percebeu que dormir era o melhor a fazer para que não repetisse o erro.

Aprendamos, todos, e eu não me excluo, a sermos mais pacientes, porque a paciência nunca é suficiente, e a maioria das coisas deve ser feita gradualmente, mas acabamos atropelando (ÔÔÔ, O INFERNO VERDE VOLTOU!) o tempo e perdendo chances de desfrutar mais do aprendizado sem perda no que não diz respeito ao mesmo.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Estou encucado

Profundamente encucado.
Minha mente está ocupada tentando resolver os paradoxos da frase proferida por um pequeno que não tem consciência do que disse... Suas palavras são ditas sem um pensamento aprofundado, pois ainda não desenvolveu essa habilidade.
Porém, os ouvintes habilidosos, com muita prática, ficam abalados ao ouvir:
"Isso não pode ser possível".
Não esperam mais nada de mim por um tempo, ao menos enquanto eu não gritar algo como "Eureka!"

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

A Fada do Dente

Mais uma das coisas que me deixam muito intrigado: a Fada do Dente.
Todo mundo sabe que o Papai Noel veio de São Nicolau e sabe que, em troca dos presentes, ele recebe um ano de garotos bondosos. Todo mundo sabe que o coelho da Páscoa é um símbolo religioso da vida e rende muito dinheiro com seus ovinhos extra-caros. Mas quem sabe a origem e o propósito da Fada do Dente?
Com toda a certeza, não é por lucro que ela compra nossos dentes. E eu digo "compra" porque ela não vai de casa em casa 20 vezes por habitante apenas para transformar um dente em um real, sem lucro algum. E não é muito lucrativo gastar um real por dente, totalizando 20 reais por habitante e reduzindo qualquer conta ao vermelho em poucos minutos.
Então what the hell ela quer com nossos dentes? Seria a composição química, ou o fato de ter estado em bocas humanas? Até onde sei, fadas não precisam de qualquer material exceto pó-de-fada para fazerem suas magias...
E aí, o que acha?


Só pra não deixar na curiosidade: a lenda se originou na Europa, onde era forte a crença de que os dentes deveriam ser muito bem guardados, para que não caíssem nas mãos de bruxas, as quais os utilizariam para feitiços. Então, os pais, católicos fervorosos, inventaram a lenda para pegarem os dentes sem assustarem suas pobres crianças. Damn Catholics, again!

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Deixo aqui a pergunta:

As pessoas mudam ou se revelam?

Me deparei com essa pergunta que não ouvia há um ano. É, Grazi, tu me fez reabrir o rombo cerebral da dúvida.
Dessa vez, tenho um ponto de vista no qual posso partir para aprofundamentos filosóficos.
Porém, antes de postá-lo, quero o ponto de vista DE VOCÊS.
Comentem o que pensam a respeito, antes de eu manipular suas cabeças pensantes com uma opinião que não é de vocês.
Espero ler coisas filosóficas aqui.
Não me desapontem!


EDIT: Não vou postar minha opinião antes de verificar outras cinco opiniões concretas.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Precoce? Nem um pouco...

Às vezes eu me impressiono com a precocidade que tudo tem apresentado. Com 12 anos ter o pé do tamanho do pé do pai não era normal na geração passada... Namorar aos 13 e ter filhos aos 14 também não. Saber consertar eletrônicos antes dos 20 era uma proeza fascinante. Hoje, tudo é simples pra alguém da minha idade com um pouco de estudo e uma cabeça pensante.
Mas o tema desse post não é dessa faixa etária. É mais abaixo. Acertou quem lembrou do Pedrinho.
Como diabos alguém com 7 anos planeja sua própria festa de 8 anos nos mínimos detalhes? Esse guri já disse como, quando e onde vai ser cada coisa. Com direito a um cronograma (e ele nem sabe o que é um cronograma!) e uma lista de convidados.
Aos 7 anos, ele já abre mão de uma festa tradicional pra ir ao shopping em Porto Alegre (45km daqui) com alguns amigos. Eu tive que pedir permissão pra levar um amigo meu que não vejo há um tempo, que foi morar lá. Por pouco ele não permite.
Ele meio que calculou quanto vai precisar de dinheiro, quantos vão no carro (ele veio me avisar que ele iria no meu colo, porque ia faltar um lugar) e onde vamos passar cada minuto.

É, até pra mim a modernidade será sempre surpreendente. E, cada vez mais, os postes tendem a mijar nos cachorros.

P.S.: Li no blog da Lorraine sobre a filhinha dela estar sentindo ciúmes, mesmo não sabendo o nome do sentimento. É, concordo com cada palavra, porque eu também passei por isso (aprendi o que era ciúmes da pior maneira) e observei meus primos menores e meu irmão passando pelo mesmo. Não, realmente não precisamos saber definir o que estamos sentido para poder sentir.

O Problema

Ultimamente venho notado o quão ruim será minha vida daqui pra frente se eu não tomar atitudes drásticas. Desde que me entendo por gente, sofro d'O Problema, mas não o resolvi. E, desde então, só pioro.
Tenho brigado com meus pais, tenho me tornado mais solitário, até mais depressivo por causa d'O Problema.
As coisas não acontecem como deveriam acontecer por causa d'O Problema. E meu autocontrole exagerado sente-se incomodado quando as coisas não acontecem como deveriam acontecer, gerando inaguentáveis conflitos internos.
Poderia escrever algumas crônicas agora acerca dos problemas que vêm juntos d'O Problema, mas não o farei. Quem sabe, outra hora... Até porque gosto de escrever crônicas. Poderia escrever um livro cheio delas, se O Problema não me impedisse.

Muito se ouve dizer de quem age sem pensar. Isso porque agir sem pensar é uma coisa comum, acontece bem mais do que deveria.
Muito se ouve, também, sobre o sucesso de quem pensa e age. Porque também está se tornando comum as pessoas serem empreendedoras.
Mas, até hoje, nunca ouvi qualquer relato, estudo, matéria ou o que quer que seja sobre quem pensa sem agir. Ouço, às vezes, falar do problema da força de vontade, mas existe uma sutil diferença entre a falta de força de vontade e O Problema.
Quem tem O Problema não aparenta tê-lo, e pouquíssimas pessoas o percebem. As pessoas que sofrem desse mal fazem, como todas as outras, tudo o que precisam fazer normalmente.
Mas O Problema se manifesta naquilo em que a pessoa julga como "de maior importância". Muitas das decisões que o aflito toma, após muito pensar e perceber que é uma excelente solução para qualquer outro problema, ou uma melhoria para qualquer coisa que ele deseja, acabam não se concretizando, porque O Problema não permite que a pessoa execute a ação.

O Problema é pura e indescutivelmente psicológico, uma pequena brincadeira da mente que acaba evoluindo e virando algo terrívele dificilmente combatido. Portanto, não me culpem por aquilo que não faço (isso é mais doloroso que culpar-me por aquilo que faço). Ajudem-me, pois é a única maneira em que todos saem ganhando.
Dêem coragem na hora em que eu precisar, incitem a fazer o que eu decidi, às vezes até policiem-me para garantir que eu esteja fazendo o que eu decidi que iria fazer.
Pode ser nas pequenas coisas como "vou começar a fazer todos os temas e trabalhos que me forem aplicados", mas pode também me ajudar nas grandes decisões. Aquelas em que eu vou mudar de verdade, e o lucro sera substancial.
Pode ser nas decisões de longo prazo, que pouco a pouco vão crescer, como juntar dinheiro, e pode também ser nas decisões de curto prazo, como um sim ou um não na hora apropriada, fato que muda completamente a vida de um homem.

É com lágrimas nos olhos que me despeço com as palavras: conto com você.
Grato,
Piá da Mente Perturbada.


P.S.: A primeira ajuda pode ser me incitar a escrever mais, não apenas quando estou triste. Às vezes, durante acontecimentos levianos, textos pequenos, mas muito bons, surgem na minha mente, e eu acabo por não escrevê-los. Às vezes, letras e melodias são compostas em minutos, e caem no esquecimento por falta de registro. Fale. Se não resolver, grite!
Eu espero esse blog cheio de novas postagens, mas não vou fazer sozinho.