quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Só pra resgatar

A falta de criatividade analítica está me deixando sem escrever há um looongo período.
Então, hoje, enquanto eu tomava banho, subitamente me aparece a frase:
Eu nunca vou "gostar" de música enquanto eu não possuir sensações cinestésicas.

É, um pequeno lapso de criatividade, mas outros virão. E eu queria que essa frase ficasse registrada em algum lugar, mesmo, então, por que não aqui?

Por que não?
Tá aí uma frase que muda minha vida quase todos os dias.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Bebida

Venho, por meio deste, avisar que não mais beberei alcoholic beverages por um bom tempo. Já estava suspeitando de alcoolismo, mas, depois do dia de ontem, eu paro enquanto há tempo.
Ontem tinha uma penca de shows bons de graça, no Anfiteatro Pôr do Sol, organizado pela rádio Ipanema em seu aniversário de 26 anos. Fui com uns amigos meus, e prometi a um deles um dia antes que não iria beber. Erro meu, misturei cerveja, vinho e vodka com sprite (sem contar a hora que acabou a Sprite, descendo vodka pura). Logo eu, que não posso beber fermetados!
Não preciso dizer que só deu merda, né? Ainda bem que eu, como diz a mãe, "nasci com a bunda virada pra lua". Cheguei inteiro, muito mal, muito sujo, mas só com duas pequenas escoriações e sem ser roubado (EM PoA!). Não cheguei com dinheiro nenhum, porque insisti pra um cara, desculpa não citar o nome, mas eu não conheço, que ele merecia o pouco dinheiro que havia me sobrado, depois de tão bem prestada ajuda.
A noite inteira eu vomitei, não sei como não entrei em coma, mas desidratei MUITO, ao ponto de quase não levantar pra ir até o banheiro, e depois que sentar na privada, não conseguir mais levantar de lá. Como eu nasci com a bunda virada pra lua, meus pais foram mais pessoas prestativas. Além de não me xingarem nem nada assim, me prestaram excelente ajuda, limpando e dando-me de comer e beber (incluindo o soro caseiro, o qual muito precisei).
Venho ainda, com lágrimas rolando face abaixo, pedir desculpas as todos que prejudiquei de alguma forma, seja tendo deixado-os preocupados (Grazi, Maurício Manfio, o povo que eu conheci ontem, os meus colegas e amigos da Liberato que estranharam minha ausência e eu ainda não contatei...) seja com danos morais, materiais, e pessoais (o povo do metrô, que teve que me aguentar bêbado e vomitando, o povo da Tenda da Juventude, que eu nem sei quem eram, mas me socorreram, meus pais, e todos os integrantes do meu grupo no trabalho de filosofia, o qual acabei não ajudando nem a fazer nem a apresentar)...
Desculpam-me, todos.

P.S.: Se alguém se importa, eu estou relativamente bem, obrigado. Não estou como antes, em que eu olhei pela janela e dois urubus estavam circundando o topo do prédio em que vivo.

sábado, 14 de novembro de 2009

A diferença entre sinceridade e transparência

Ambas são virtudes honoráveis, e ambas são importantíssimas.
A sinceridade é a virtude de quem não mente em sua fala, de quem diz realmente o que pensa.
A transparência é a virtude de quem não omite em sua fala, de quem realmente diz o que pensa.
Reflexões de um sábado à noite...

terça-feira, 13 de outubro de 2009

O desafio de conviver com a diferença.

Diferença: qualidade do que é diferente, desigualdade, desavença, disputa, excesso de um valor sobre outro, resultado da subtração. (Disponível no Wiktionary)
Se tomarmos as diferenças por desavenças ou disputas, conviver com as diferenças é um desafio excessivo. Tomemos, então, o lado positivo: qualidade do que é diferente. A palavra qualidade já é suficiente para vermos que é algo necessário. Diferenças são uma das bases do mundo.
Por que encarar como um desafio conviver com a diferença? Desafio maior seria se ela não existisse:
Pense num mundo onde todos são iguais. Todos iriam fazer exatamente as mesmas coisas ao mesmo tempo, não existiriam relacionamentos, porque não é preciso haver interação se o alvo é uma cópia exata, não existiria arte, porque a arte é uma expressão do quão diferente as pessoas podem ser, não existiria felicidade, apenas a indiferença, e, pior, não exisitiria amor, porque o amor é impulsionado pela diferença, e não haveria motivo justo para que alguém se apaixonasse por uma pessoa e não se apaixonasse por outra exatamente igual.
Então, encaremos como desafio saber aproveitar essas diferenças, ou saber ter autocontrole para não encarar as diferenças como desavenças: são desafios relativamente fáceis de serem superados, e todos saem vitoriosos.
Lembrando daquele lema de 2006: "Somando nossas diferenças".

Lutero é um bosta!

Antes de me crucificar por xingar um santo, fundador de uma igreja diferente do catolicismo reinante da sua época, entenda meus motivos:
Antes do nascimento de Lutero, todos eram livres para fazerem o que bem entenderem desde que não prejudicasse outras pessoas. E quando eu digo tudo, isso significa tudo mesmo, sem que ninguém venha tirar satisfações, fazer troça ou dar sermões sobre o que fazer e o que não fazer. As pessoas andavam nuas e falavam de qualquer coisa de sua vida, mesmo a vida sexual, sem pudor, porque o pudor não existia. As orgias sexuais faziam parte da vida diária dos nobres, não eram apenas fantasias da imaginação dos pervertidos. E não digo isso pelo sexo em si, mas porque eles podiam fazer o que gostassem, o que achassem divertido, o que bem entendessem, enfim, o que os fizessem felizes momentaneamente, ou até eternamente, sem que a sociedade viesse impor regras.
As regras da sociedade existiam para que todos vivessem felizes sem estragar a felicidade dso outros, e todos podiam ser felizes se conseguissem se sustentar dentro das regras.
Então chegou o começo de uma mudança nas eras, porque a visão da igreja católica, naquela época, fraca, mas já manipuladora, foi intensamente impulsionada depois que Lutero disse a frase fatídica, em tom irônico:
"Não tenhamos vergonha de falar do que Deus não teve vergonha de criar".
O catolicismo governou quase toda a Europa e parte da Ásia, e a vida das pessoas, incluindo a dos gregos, grande potência da época, mudou completamente.
Estátuas foram "mutiladas" por que não poderia haver partes íntimas descobertas, e quem preferisse viver à moda antiga era perseguido, torturado e morto. A vida em sociedade mudou contra a sua vontade, por meios violentos e manipuladores, e os traços dessa sociedade persistem até hoje.
Portanto, se virem alguém pervertido, não xinguem essa pessoa, porque ela é clássica, mas xinguem Lutero, por ter indiretamente manipulado toda a nossa vida e a vida de quem nos cerca, modificando para pior e acabando com a liberdade de expressão.

Classe

Eu não tenho classe. Na verdade, eu não valho nem um centavo furado, mas a questão não é valor. Eu não tenho classe.
Afinal, o que eu tenho de grego antigo? Só o desejo de aprender a língua grega, mais que isso, não.
Eu gostaria de ter classe, mas Martinho Lutero fudeu com minhas esperanças. Isso vai ser assunto de outro texto, não vou falar disos agora.
O clássico é o que retoma a cultura, o modo de ser da Grécia antiga, na época das pólis. Usamos o termo clássico erroneamente (notem que o sujeito é "nós", porque eu me incluo), e esquecemos/desconhecemos o real significado.
Portanto, o típico clássico é alguém que tenta resolver tudo na racionalidade, embora com motivos incompreensíveis, que está sempre preparado para o que vier, que tem o físico invejável, que não tem pudor, anda nu ou, no máximo, com um pano para proteger as partes mais sensíveis, que tem bom senso e preza pelo bem da comunidade, e que é um exímio estrategista e incansável trabalhador. A maioria dos homens clássicos típicos são homossexuais, e as mulheres, bissexuais, e ninguém tem problema algum com isso.
Era uma sociedade deveras estranha, mas ainda melhor para se viver do que a que estamos dando continuidade.
E você, tam classe?

Por que relacionamentos são assim?

Por que elas escolhem tanto, se nenhum homem presta mesmo? Afinal, não existe homem perfeito, e qualquer defeito já é suficiente pra elas se irritarem e gritarem aos ventos que nenhum homem presta. Inclusive, se existisse o homem perfeito, elas reclamariam que é perfeito demais pra ela, e aí não pode dar certo.
Por que elas se acham com um direito maior de escolha, se a proporção é de 3 mulheres pra cada homem? É muito mais lógico que os homens escolham à dedo as mulheres que até eles chegam, por mais que o que aconteça seja exatamente o inverso.
Por que tanto dinheiro gasto em presentes, se depois vai começar a chorar vendo algum desses presentes porque lembra os tempos em que estavam juntos? E elas também reclamam quando recebem alguns presentes, porque damos muita atenção ao material e esquecemos o emocional.
E, o pior de tudo, um instinto que é frequente tanto no homem quanto na mulher, por que todos acabam terminando com brigas? Se "enjoou", não precisa haver mágoa, é compreensível que não haja mais interesse depois de um tempo, e por isso não há necessidade de brigar. Tudo pode se resolver amigavelmente, em uma discussão saudável, e ninguém sai magoado, nem bravo com o(a) parceiro(a).

São mais perguntas que permanecerão sem resposta enquanto o mundo não for habitado por seres com uma consciência muito superior à consciência humana...

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Magia

Indagado pelo Pedrinho sobre os símbolos da magia, pus me a pensar.
Hipoteticamente, se a magia fosse uma religião, teria mais seguidores que o catolicismo, afinal, a grande maioria crê em magia, ou é curioso sobre isso e admite a possibilidade.
Os santos seriam os magos, que operam os "milagres" da magia, e os sacerdotes seriam aqueles que espalham aos ventos que creem na magia.
A magia seria, então, a força divina, e todos a louvariam com o devido respeito, ou fariam troça com o devido desprezo, e tudo seria diferente.
Mas como não é, concentremo-nos no que é real, no agora, e deixe os "se xxxxx" pra quem gosta de perder tempo.

sábado, 10 de outubro de 2009

Um pedido:

Não alimente meu estômago se não pode alimentar meu cérebro. Não alimente meu cérebro se não pode alimentar meu coração.
O sentido, não discorrerei. Pense por você mesmo, e não se deixe manipular tão facilmente por qualquer bobagem escrita que ponham à sua frente.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

2 em 1 (again): Mais uma vez, um plágio... e Agora!

1:
Dessa vez, do blog mais machista da internet: o Morróida.
"A mulher tem em seu DNA uma necessidade eterna de escravizar mental e emocionalmente os caras legais e ingênuos".

E eu sou a prova viva. Não consigo contar os casos nos dedos de uma só mão, mesmo neste curto período de vida. Já me acostumei, não me importo mais tanto, mas as desvantagens ainda vêm.
Mais uma vez eu digo: sou vulnerável, mas não faça nada de ruim comigo. As consequências não são boas pra nenhum dos envolvidos.



2:
MELDELS, como o mundo gira rápido! Tudo acontece numa velocidade tão absurda que eu não considero mais os transtornos bipolares como algo existente. As coisas simplesmente modificam-se, e com elas, o humor dos viventes que olham à sua volta.
A era da comunicação está acabando. Tudo o que as pessoas precisam, elas procuram em outras pessoas, mas cada vez mais estão esquecendo-se de comunicar o que precisam.
Isso facilita muito a busca, embora muitos sejam tímidos o suficiente para guardar seus desejos e ambições para si mesmos.
Portanto, viva hoje! Por mais clichê que seja essa frase, faça acontecer, porque todos temos esse poder, e é uma importante escolha usá-lo ou não usá-lo.
Modifique o mundo à sua volta, e assim verá que outros o tomarão como modelo a ser seguido, e ajudarão nesta nobre causa.
Como fazer? Um bom começo é mostrar para as pessoas o que você está buscando. A ajuda costuma vir de alguém que não esperamos que fosse ajudar.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Post 2 em 1: Plágio + Sinceridade

Ambos os textos tem ligação direta aos tweets de hoje (29/09/2009) do fake @DdCoimbra.
O primeiro texto é uma cópia descarada:
"Tudo tem um propósito. A maioria dos homens faz tudo o que precisar, mas sempre com o propósito de levar a mulher para a cama. A maioria das mulheres fazem tudo o que precisar, mas sempre com o propósito de atrapalhar o homem.
Mas, não importando os esforços de ambos os lados, tudo, absolutamente tudo acaba em uma cama, seja para o sexo, ou seja para a morte".


O segundo texto tem base nas minhas meditações de ontem e em um tweet dele:
O mundo virou de pés para cima, o mundo virou de patas pro ar. Cuidado, cuidado, povo de Deus, é uma armadilha de Satanás.
Tanta coisa está exatametne ao contrário do que era pregado há alguns anos. Uma dessas coisas é a verdade.
A falsidade sempre existiu, e, ao contrário do que muitos pensam, ela vem diminuindo nas últimas décadas. Mas não é disso que eu quero falar. Eu dou atenção às pequenas coisas, então esse texto é sobre as "pequenas verdades".
O tweet dizia, entre outras coisas: "Muito disso porque as pessoas não estão acostumadas com a verdade".
Chega de encher linguiça (sem trema, argh), vou ser direto:
Seja sincero, aja sempre de acordo com o que crês que é verdade e que é certo. Pode não parecer, mas faz muita diferença, e é muito difícil não se deixar levar pelas falácias desse mundo perverso.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Post 2 em 1: Coisas + Certo e Errado.

1:
Coisas acontecem. Coisas mudam, coisas se revelam... Coisas que para alguns observadores são pequeninas, sejam ocorrências ou gestos, mas que para os que estavam envolvidos faz um sentido óbvio que o mesmo recusava-se a enxergar e agora vê que teria tido mais vantagem em ceder.
Agora, só coisas boas acontecem.
E eu confio no meu taco.

P.S.: Não, isso não foi meu ponto de vista sobre este post, embora minha opinião tenha mudado ligeiramente.
P.S. 2: Koisas acontecem? iajsisji Tu vai ver isso e vai ter saudade, não vai? ;)

2:
Coisas acontecem. Coisas mudam, coisas se revelam... Coisas que para alguns observadores são erradas, e para outros, corretas, às vezes até mesmo justas.
Poderia encher um livro com considerações sobre isso (e creio que um dia eu vá fazê-lo, deixando um legado escrito, para a ira dos estudantes de filosofia), mas vou resumir tudo em uma linha:
Não existe certo e errado; existem mentalidades e pontos de referência.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Um mistério por aqui

Tenho recebido frequentemente algumas ligações de número desconhecido, a cobrar, e nunca soube de quem era... Hoje, ao atender, a Pessoa do Outro Lado da Linha resolveu não desligar na minha cara, me fazendo ter pressentimentos estranhos.
Não errei: uma garota, que sabe quem eu sou e onde eu estudava ano passado (inclusive a turma!), tem meu número, e me liga sem deixar eu ao menos falar com ela.
Perguntou se eu a reconhecia pela voz, a qual não me é estranha, nem mesmo a voz de sua amiga, que estava ao fundo. Era uma voz doce, aquela voz clássica de garota bonita e meiga.
A única coisa que dela me recordo é que ela me ligava a cobrar quando eu estava em Curitiba, na casa do Bartô, e, por isso, eu não atendia.

Tenho vários palpites, e creio que um dia eu acerte, caso ela ligue novamente... Enquanto isso, a vida segue, e eu, nervoso, continuo palpitando.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

O "rock" de hoje

@mauriciomanfio: Existem pessoas que acham bom o "rock" de hoje em dia.Ridículo,tirando Strokes e as bandas d antigamente que ainda tocam,n existe mais nada.


Baseado neste tweet, desenvolvi e venho, por meio deste, expor minha opinião.

Eu sou uma pessoa que gosta muito da música atual. Não da parte "moda" da música, mas digo que existem bandas muito boas em atividade, e novas estão surgindo.

A grande diferença: a música mudou, como sempre, mas as pessoas resolveram também mudar o conceito de rock, coisa que nunca deveria ter acontecido.

E eu nem concordo que deveria existir o rótulo "rock", nem para as músicas atuais, nem para as antigas. Não deveriam existir rótulos para música ou banda nenhuma, porque cada banda tem seu estilo de fazer as coisas, tem seus momentos de experimentar uma musicalidade nova, e rotular isso seria censurar completamente essas oportunidades.
Não existe o rock, não existe o punk, não existe o forró, não existe o funk...
E, depois dessa rima, não existe o rap, também!
Existe apenas música!

Então, a "moda" mudou, e o que fazia sucesso antes, hoje é ignorado. Como é difícil agradar a gregos e troianos...
Mas ainda existem bandas excelentes, só é preciso garimpar mais para achar aquela que se encaixa melhor no seu gosto musical.


P.S.: posso ter entendido completamente errado o tweet, mas a opinião ainda é válida.
P.S. 2: uma boa dica para achar músicas boas é usar o plugin do Last FM. Ele recomenda diversas bandas baseado no que costumas ouvir. Crie uma conta e divirta-se. A propósito, este é meu perfil, se estiveres curioso pra saber o que eu ouço.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Uma crônica (não tão) curta

Certa vez um jovem foi agraciado com várias ideias iluminadas. O único porém é que essas ideias não foram pensadas por ele. Foram ideias obtidas através de leitura e, portanto, necessitavam de uma reflexão profunda para saber as possíveis aplicações práticas.
O jovem passou a noite em claro, meditando sobre o que havia aprendido. No dia seguinte, ele não conseguiu manter-se focado, pois estava demasiado sonolento, e perdeu uma pequena e sutil oportunidade que, à longo prazo, mudariam para melhor a sua vida.
Na noite seguinte, o jovem meditou sobre o ocorrido, e percebeu que dormir era o melhor a fazer para que não repetisse o erro.

Aprendamos, todos, e eu não me excluo, a sermos mais pacientes, porque a paciência nunca é suficiente, e a maioria das coisas deve ser feita gradualmente, mas acabamos atropelando (ÔÔÔ, O INFERNO VERDE VOLTOU!) o tempo e perdendo chances de desfrutar mais do aprendizado sem perda no que não diz respeito ao mesmo.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Estou encucado

Profundamente encucado.
Minha mente está ocupada tentando resolver os paradoxos da frase proferida por um pequeno que não tem consciência do que disse... Suas palavras são ditas sem um pensamento aprofundado, pois ainda não desenvolveu essa habilidade.
Porém, os ouvintes habilidosos, com muita prática, ficam abalados ao ouvir:
"Isso não pode ser possível".
Não esperam mais nada de mim por um tempo, ao menos enquanto eu não gritar algo como "Eureka!"

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

A Fada do Dente

Mais uma das coisas que me deixam muito intrigado: a Fada do Dente.
Todo mundo sabe que o Papai Noel veio de São Nicolau e sabe que, em troca dos presentes, ele recebe um ano de garotos bondosos. Todo mundo sabe que o coelho da Páscoa é um símbolo religioso da vida e rende muito dinheiro com seus ovinhos extra-caros. Mas quem sabe a origem e o propósito da Fada do Dente?
Com toda a certeza, não é por lucro que ela compra nossos dentes. E eu digo "compra" porque ela não vai de casa em casa 20 vezes por habitante apenas para transformar um dente em um real, sem lucro algum. E não é muito lucrativo gastar um real por dente, totalizando 20 reais por habitante e reduzindo qualquer conta ao vermelho em poucos minutos.
Então what the hell ela quer com nossos dentes? Seria a composição química, ou o fato de ter estado em bocas humanas? Até onde sei, fadas não precisam de qualquer material exceto pó-de-fada para fazerem suas magias...
E aí, o que acha?


Só pra não deixar na curiosidade: a lenda se originou na Europa, onde era forte a crença de que os dentes deveriam ser muito bem guardados, para que não caíssem nas mãos de bruxas, as quais os utilizariam para feitiços. Então, os pais, católicos fervorosos, inventaram a lenda para pegarem os dentes sem assustarem suas pobres crianças. Damn Catholics, again!

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Deixo aqui a pergunta:

As pessoas mudam ou se revelam?

Me deparei com essa pergunta que não ouvia há um ano. É, Grazi, tu me fez reabrir o rombo cerebral da dúvida.
Dessa vez, tenho um ponto de vista no qual posso partir para aprofundamentos filosóficos.
Porém, antes de postá-lo, quero o ponto de vista DE VOCÊS.
Comentem o que pensam a respeito, antes de eu manipular suas cabeças pensantes com uma opinião que não é de vocês.
Espero ler coisas filosóficas aqui.
Não me desapontem!


EDIT: Não vou postar minha opinião antes de verificar outras cinco opiniões concretas.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Precoce? Nem um pouco...

Às vezes eu me impressiono com a precocidade que tudo tem apresentado. Com 12 anos ter o pé do tamanho do pé do pai não era normal na geração passada... Namorar aos 13 e ter filhos aos 14 também não. Saber consertar eletrônicos antes dos 20 era uma proeza fascinante. Hoje, tudo é simples pra alguém da minha idade com um pouco de estudo e uma cabeça pensante.
Mas o tema desse post não é dessa faixa etária. É mais abaixo. Acertou quem lembrou do Pedrinho.
Como diabos alguém com 7 anos planeja sua própria festa de 8 anos nos mínimos detalhes? Esse guri já disse como, quando e onde vai ser cada coisa. Com direito a um cronograma (e ele nem sabe o que é um cronograma!) e uma lista de convidados.
Aos 7 anos, ele já abre mão de uma festa tradicional pra ir ao shopping em Porto Alegre (45km daqui) com alguns amigos. Eu tive que pedir permissão pra levar um amigo meu que não vejo há um tempo, que foi morar lá. Por pouco ele não permite.
Ele meio que calculou quanto vai precisar de dinheiro, quantos vão no carro (ele veio me avisar que ele iria no meu colo, porque ia faltar um lugar) e onde vamos passar cada minuto.

É, até pra mim a modernidade será sempre surpreendente. E, cada vez mais, os postes tendem a mijar nos cachorros.

P.S.: Li no blog da Lorraine sobre a filhinha dela estar sentindo ciúmes, mesmo não sabendo o nome do sentimento. É, concordo com cada palavra, porque eu também passei por isso (aprendi o que era ciúmes da pior maneira) e observei meus primos menores e meu irmão passando pelo mesmo. Não, realmente não precisamos saber definir o que estamos sentido para poder sentir.

O Problema

Ultimamente venho notado o quão ruim será minha vida daqui pra frente se eu não tomar atitudes drásticas. Desde que me entendo por gente, sofro d'O Problema, mas não o resolvi. E, desde então, só pioro.
Tenho brigado com meus pais, tenho me tornado mais solitário, até mais depressivo por causa d'O Problema.
As coisas não acontecem como deveriam acontecer por causa d'O Problema. E meu autocontrole exagerado sente-se incomodado quando as coisas não acontecem como deveriam acontecer, gerando inaguentáveis conflitos internos.
Poderia escrever algumas crônicas agora acerca dos problemas que vêm juntos d'O Problema, mas não o farei. Quem sabe, outra hora... Até porque gosto de escrever crônicas. Poderia escrever um livro cheio delas, se O Problema não me impedisse.

Muito se ouve dizer de quem age sem pensar. Isso porque agir sem pensar é uma coisa comum, acontece bem mais do que deveria.
Muito se ouve, também, sobre o sucesso de quem pensa e age. Porque também está se tornando comum as pessoas serem empreendedoras.
Mas, até hoje, nunca ouvi qualquer relato, estudo, matéria ou o que quer que seja sobre quem pensa sem agir. Ouço, às vezes, falar do problema da força de vontade, mas existe uma sutil diferença entre a falta de força de vontade e O Problema.
Quem tem O Problema não aparenta tê-lo, e pouquíssimas pessoas o percebem. As pessoas que sofrem desse mal fazem, como todas as outras, tudo o que precisam fazer normalmente.
Mas O Problema se manifesta naquilo em que a pessoa julga como "de maior importância". Muitas das decisões que o aflito toma, após muito pensar e perceber que é uma excelente solução para qualquer outro problema, ou uma melhoria para qualquer coisa que ele deseja, acabam não se concretizando, porque O Problema não permite que a pessoa execute a ação.

O Problema é pura e indescutivelmente psicológico, uma pequena brincadeira da mente que acaba evoluindo e virando algo terrívele dificilmente combatido. Portanto, não me culpem por aquilo que não faço (isso é mais doloroso que culpar-me por aquilo que faço). Ajudem-me, pois é a única maneira em que todos saem ganhando.
Dêem coragem na hora em que eu precisar, incitem a fazer o que eu decidi, às vezes até policiem-me para garantir que eu esteja fazendo o que eu decidi que iria fazer.
Pode ser nas pequenas coisas como "vou começar a fazer todos os temas e trabalhos que me forem aplicados", mas pode também me ajudar nas grandes decisões. Aquelas em que eu vou mudar de verdade, e o lucro sera substancial.
Pode ser nas decisões de longo prazo, que pouco a pouco vão crescer, como juntar dinheiro, e pode também ser nas decisões de curto prazo, como um sim ou um não na hora apropriada, fato que muda completamente a vida de um homem.

É com lágrimas nos olhos que me despeço com as palavras: conto com você.
Grato,
Piá da Mente Perturbada.


P.S.: A primeira ajuda pode ser me incitar a escrever mais, não apenas quando estou triste. Às vezes, durante acontecimentos levianos, textos pequenos, mas muito bons, surgem na minha mente, e eu acabo por não escrevê-los. Às vezes, letras e melodias são compostas em minutos, e caem no esquecimento por falta de registro. Fale. Se não resolver, grite!
Eu espero esse blog cheio de novas postagens, mas não vou fazer sozinho.

domingo, 21 de junho de 2009

E aí?

Sinto-me triste. E aí?
As pessoas ficam cansadas, estressadas, raivosas, e ignoram isso até um ataque poderoso de tristeza vir à tona. Mas why the hell as pessoas ignoram? Ninguém consegue MESMO ter consciência total de seu corpo em relação às emoções?
É, pelo visto, sim.
E eu não me excluo desse grupo, porque eu estou exatamente nesse ponto agora. O ponto da tristeza, da ânsia de choro, da fadiga e dor emocional. Até da ressaca mental.

Estamos todos numa grande praia. Estamos dentro do mar, sendo sugados pelo repuxo. Usamos muito da nossa força para nadar até a beira. Assim que se chega à areia e desmaia de cansaço, vem outra onda enorme que nos engole de volta àquela imensidão azul.
Isso serve de lição para que não fiquemos acomodados.
Mas também acontece com quem não se acomoda, ou tenta não se acomodar. Por quê?
O esforço dessas pessoas não é suficiente? Existe algum problema que impede que essas pessoas nadem direito?

E as ondas acabam de me engolir novamente... Não foi só uma, mas várias, que me levaram mar adentro mais uma vez.
Em breve estarei caindo na praia, de novo, para que as ondas possam fazer com que eu não pare.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Aloooocs

Tipo que tudo tá dando certo (aêêê \o/), mas eu continuo no vazio...
Deve ser falta de guria, mesmo... Alguém que me aguente e me complete (óóóun :3)
Mas bah, BONDIIII THEQUILA, achar uma guria que te aguente é difíícil!

No mais, não fiquei com nota baixa em nenhuma matéria, e isso inclui as duas que eu já estava praticamente rodado :o
Tô feliz... e sem inspiração iajsijas
vou ler, beigosmebipa

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Mudei

É, mudei! Mesmo!
Fiquei na merda com esse monte de coisa cagando na minha cabeça, ainda mais porque agora tudo mudou e eu perdi toda a estrutura que eu tinha anteriormente.
Agora, não serei mais aquele garoto passivo e observador. Serei O CARA, e não me importo de não valer nem um centavo furado, porque vou estar ajeitando tudo e firmando minha imagem de alguém com quem as pessoas não devem ir contra, pra eu poder ser alguem decente de novo.
Se tudo ficou tão difícil e sem graça de uma hora pra outra, eu também posso me tornar alguém difícil e sem graça (6)
Se me apoias, diz aí, e se não apoia, me mostra um jeito melhor que eu abraço a causa na hora!

segunda-feira, 18 de maio de 2009

? (ou: Inveja)

Aqui, levemente embriagado, a muitos km de casa, escrevo-vos comentando uma reflexão:
Eu também sou um ser humano, sou (quase) normal, e descobri que também sinto (um quase inexistente) ódio, (uma pequena pontada de) ciúmes e uma grande ânsia causada por inveja.
Inveja, essa, que é atraída por coisas (quase) fúteis. Descobri que tenho inveja de amigos(as) que, com suas qualidades únicas (aquele jeito que só essa pessoa tem), despertam-me um desejo absurdamente grande de melhorar com pessoa deixar de ser esse pária com a ajuda dessas inimitáveis qualidades.
Mas, enquanto inimitáveis, são inalcançáveis e, portanto, não deveriam despertar-me tamanho desejo. Como ser humano que sou devo ser, acabo atraído por aquilo que não tenho e, sem perceber, deixo de valorizar as coisas boas que já tenho.
Se eu porventura conseguisse, nem que fosse apenas por um dia, tais qualidades, qual seria o resultado? Seria, ao menos, positivo? Eu teria, ao menos, melhorado? Seria possível identificar-me em atos movidos pelo novo jeito de ser, ou as pessoas não me reconheceriam?
Perguntas, perguntas, perguntas!
E... será que eu quero realmente as respostas?

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Caralho, eu tô estranho!
É, isso não é jeito de fazer uma postagem decente, mas eu tô me estranhando demais!
Tipo, tô todo ocupado, o tempo todo, mas não consigo ser produtivo naquilo que faço e, pior, fico com uma sensação de vazio hard!

TÁ BOOOOM, THEQUILA, ISSO É FALTA DE MULHER ¬¬
E tenho Ditto dito.

(Possivelmente voltarei com o desfecho, ou ao menos novidades, na próxima postagem.)

terça-feira, 17 de março de 2009

Aaaaargh! (ou: Trotes)

AAAAAAAAARGH!
Não fazem 10 minutos que acordei e já estou nos estados "espumando de raiva" e "Jeremias" ("Se eu pudesse eu matarra miil!"). Como se não bastasse 3 pessoas invadirem meu quarto e estragarem um dos melhores sonhos que eu já tive, essas pessoas resolvem passar pasta de dente no meu rosto (o que acabou sujando toda a fronha e um pedaço do lençol) e (o pior:) ainda têm a audácia de culpar meu pequeno irmão!
Tá bom que o piazinho é chato e tudo mais, mas eu meti um pouco de juízo na cabeça dele. Primeiro que ele JAMAIS faria tal perversidade, ainda mais comigo, e segundo que, assim como eu, ele não aprecia tão ridículo ato.
Eu observo exatamente o mesmo dilema com essa história de trotes de faculdade. As pessoas são forçadas, totalmente contra a vontade (forçadas dãã), a se exporem ao ridículo e a fazerem coisas que vão contra seus códigos éticos e que destroem sua dignidade e/ou físico. O mínimo que se espera de alguém cursando a faculdade é cultura e respeito, exatamente o contrario do que se vê.
Já ouvi várias vezes "deixa de mimimi, trote serve pra integrar", mas quem quer se integrar com gente assim? Ninguém percebe que existem formas muito melhores (e mais divertidas) de integração? E que até mesmo eu, o mais estranho ser humano ainda vivo, tenho um pouco de orgulho a preservar?
Pense... porque pra algo assim acontecer, precisa de um estúpido pra dar a idéia e alguns burros pra concordarem.

(texto escrito em 27/02/09)

domingo, 1 de março de 2009

Conhecendo o piá

Well, Thequila finalmente criou um blog para "compartilhar os devaneios dessa mente doentia"... (pff, já queria ter criado faz tempo, mas tinha preguiça de escrever os textos guardados na memória)
Nada melhor para começar que uma apresentação, right? Pois bem, meu nome é Rafael Lawisch, nascido em 94, morador de Novo Hamburgo/RS.

Deve estar pensando "isso é tudo? -.-"... Na verdade, não. Sempre tentei "me explicar" pra mim mesmo, ensaiando o dia em que, com sucesso, conseguiria "me explicar" para os outros. Bem, na minha mente são "dois de mim" ao mesmo tempo, com idéias adversas e discussões muito argumentativas. Ambos agem em conjunto para que o melhor seja alcançado.
Até agora não achei uma explicação plausível e inteligível com menos de 5 páginas, mas posso resumir que sou alguém muito calmo, que sabe exatamente quando algo ruim vai acontecer (e, por isso, seguidamente é observado "abusando da sorte"), que preza muito o raciocínio lógico frio, que ouve repetidamente que é totalmente louco, sarcástico e irônico, e que parece mais louco quando se observa melhor o quanto meus pontos de vistas são incomuns.
Mas não pense que sou alguém ruim! Quando em grupo, minha ironia costuma render boas piadas, e algumas pessoas dizem que sou simpático, compreensivo, e, acima de tudo, bom ouvinte e conselheiro.

Se ficou interessado, continue acompanhando os esporádicos posts: provavelmente revelarão mais sobre mim ao mesmo tempo que adicionam cultura e humor e/ou formam opiniões.

P.S.: Feel free to contestar qualquer coisa aqui escrita, seja nesse ou em futuros posts.
P.S. 2: Tentarei fazer posts mais humorados, porque esse post teve assunto demais pra pouca graça.